Mota-Engil reduz pessoal em Angola

A imprensa portuguesa avança hoje que o grupo português de construção civil Mota-Engil prepara uma redução s de pessoal em Angola. De acordo com o Jornal de Negócios (JN), a  justificar o redimensionamento da estrutura está a redução da atividade causada pela crise e o baixo preço do petróleo no mercado internacional.

Citando fontes da Mota-Engil, JN avançou que não está previsto qualquer despedimento coletivo, ao contrário do que sucedeu noutras construtoras portuguesas. O JN avança que os funcionários expatriados, em número de 400, serão mobilizados para obras na América Latina, onde a construtora aumentou negócios em mais de 30% no ano passado. Os mesmos podem ainda ir para a reforma ou aceitar rescisões amigáveis.

A Mota-Engil já chegou a ter cerca de 700 expatriados no país africano onde mantém ainda algumas obras, porém a quebra de negócios foi abrupta em 2015: -21%, passando de 1.062 para 835 milhões de euros. Na América Latina, em contrapartida, os mercados do México e do Brasil cresceram, respectivamente, 53% e 35% em 2015, avança o Jornal português.

Mota-Engil reduz pessoal em Angola

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